quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Bambu: um verdadeiro exterminador de CO2




[Por Roberto Riscala]


Vocês sabiam que o bambu é classificado como uma planta C4? Pois é, o bambu possui uma via adicional que incorpora carbono e, com isso, faz mais fotossíntese!



Os bambus, assim como as árvores e os oceanos, usam o carbono através da fotossíntese, para gerar carboidratos. Quando uma árvore ou bambu cresce, é retirada da atmosfera certa quantidade de carbono que fica retido na planta. O bambu gera mais O2 que o equivalente a três árvores. Algumas espécies de bambu chegam a absorver mais de 12 toneladas/hectare de CO2 da atmosfera e é a planta que tem a maior taxa de crescimento da terra, isso contribui para o bambu ser um importante seqüestrador de carbono.

No primeiro ano, ele já alcança 70% de seu tamanho total. Levando em conta que em média brotam 10 colmos de bambu por moita (10 brotos) no mínimo, nota-se que uma muda tem grande potencial de seqüestro. Uma moita normalmente possui de 30 a 40 colmos.

Segundo o instituto do bambu, a planta é composta por 48% de carbono. Dez colmos ou uma moita adulta, no mínimo seqüestraram 604 kg de CO2. Isto equivale a 240 litros de gasolina, por exemplo. Com isso, se você gastar um tanque de 50 litros de gasolina por semana, plantando onze mudas de bambu, irá compensar esta poluição por um ano!



Como absorve maior quantidade de CO2, que é um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global devido ao efeito estufa, o bambu favorece a manutenção ambiental do planeta.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pinheiros de Natal




[Por Marisa Lima]


O pinheirinho de Natal é uma tradição muito antiga, antes mesmo do Cristianismo, ele simboliza a vida. Não é tradição exclusiva de nenhuma religião. Os egípcios levavam galhos de pinheiros para enfeitar suas casas, em dezembro, e simbolizava o triunfo da vida sobre a morte.

Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.



A primeira referência de árvore de Natal enfeitada, como fazemos nos dias atuais, foi no séc. XVI, em Strasbourg – Alemanha, que hoje é território francês. Elas eram enfeitadas pelas famílias com papéis coloridos, frutas e doces. Depois esta tradição se espalhou por toda Europa, chegando em 1800 aos Estados Unidos.

De lá pra cá ficou tão popular que cada povo adotou uma decoração diferente e hoje todos decoram como acham que fica mais bonito, inclusive combinando com a decoração da casa.

Devemos ter muito cuidado ao comprar a árvore natural para enfeitar no Natal, pois as que não são cultivadas em vasos desde pequenas duram muito pouco, pois são arrancadas da terra perto da época do Natal e muitas vezes não duram nem até o Ano Novo, pois suas raízes são danificadas quando retiradas da terra. A Tuia holandesa é uma boa opção, por ser criada desde mudas pequeninas nos vasos, e além disso tem um aroma cítrico bem gostoso.


Tuia Holandesa

A todos que acompanharam os posts sobre paisagismo, desejo um ótimo Natal e um Ano Novo com saúde, paz e flores.

Beijos
Marisa Lima